Primavera

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Hora de começar a corrigir hábitos alimentares exagerados do inverno. PARA ISSO, seguem algumas dicas.
Muitas vezes, APENAS organizando nossas rotinas alimentares perdemos peso (tecido adiposo – massa gorda), mantendo ou ganhando a massa magra (músculos).

DICAS PARA PERDER PESO E GANHAR SAÚDE: Hábitos Importantes de Rotina.
Dirigir a atenção para o que se está comendo;
Mastigar bastante o alimento antes de engolir.
Quando estamos distraídos, normalmente comemos mais do que precisamos.
Ao não mastigar bem os alimentos, demoramos mais para nos sentir satisfeitos, comendo, assim, além da nossa necessidade fisiológica.
É importante SABOREAR O ALIMENTO.
Fazer 5 refeições diárias;
Café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.
Não omita nenhuma refeição.
Não imagine que comendo muito pouco irá emagrecer mais rápido.
Isso não acontecerá.
A incerteza inconsciente de “quando virá próxima refeição” fará o organismo gastar menos calorias, retardando o metabolismo.
Faça lanches nos intervalos das três principais refeições do dia.
O corpo só funciona com um combustível especial, que é a comida.
Se você não come nos intervalos, o seu organismo, que é inteligente, começa a armazenar a sua última refeição como tecido adiposo.
Outra consequência é quando você for realizar sua grande refeição, almoço ou jantar,  estará com muita fome.
Em outras palavras, estará precisando de muito combustível, e é grande o risco de comer compulsivamente durante a refeição seguinte.

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Obedecer aos horários das refeições;
Não ingerir outros alimentos entre as refeições.

Servir quantidades adequadas para cada refeição;
Alimentação colorida e variada, sim, mas em pequenas quantidades.
Podemos comer de tudo, MAS EM PEQUENAS PORÇÕES.

COMER DE TUDO SEM COMER TUDO!
Evite o consumo de alimentos cujas fórmulas associam altos índices de gordura, sal e açúcares complexos:
Como embutidos, frituras, bacon, manteiga, toucinho, maionese, nata, creme de leite, refrigerantes, doces em geral.
Coma uma vez por semana alimentos gordurosos e uma vez na semana alimentos doces.

Prefira queijos magros, leite e iogurtes desnatados.
O leite desnatado tem a metade das calorias do leite integral. Cada copo de leite integral tem sete gramas de gordura, enquanto o leite desnatado não tem nenhuma.

Aumente o consumo de fibras, ingerindo frutas e verduras cruas e cereais integrais (pão de centeio, arroz integral, farelos de trigo e aveia).
Eles ajudam no funcionamento do intestino, e este tipo de carboidrato dá uma energia que você vai gastando aos poucos.

Evite o excesso de sal.
O grande vilão contido no sal de cozinha é o sódio, capaz de elevar a pressão arterial e retenção de líquido, (inchaços). Além do sal, outros alimentos que contêm doses consideráveis de sódio devem ser evitados, entre eles: carnes processadas, (presunto, mortadela, copa, salsicha, linguiça e salame), caldos concentrados, sopas prontas, aquelas de pacotinho, e massas instantâneas.

Não ingerir líquidos durante as refeições;
Meia hora antes ou meia hora depois;
Além de dificultar a digestão, o líquido, junto com o alimento, aumenta distenção muscular do estômago.

Beber no mínimo 2 litros de água por dia;
Além de hidratar, a água ajuda a sensação de saciar (“ enganar”) a  vontade de comer.

Fazer atividade física ao menos 3 vezes por semana.


Importância da Alimentação Adequada no Inverno!

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Se prestarmos atenção, nesta época do ano sentimos a necessidade de ingerir alimentos quentes, mais calóricos e em maior quantidade.

Isso ocorre porque no inverno há a necessidade de mantermos a temperatura interna do corpo, além de precisarmos aumentar a resistência orgânica.

Veja bem, quando comemos, produzimos calor, e ao mesmo tempo gastamos energia. Esta ação nos dá a sensação de conforto térmico.

Em outras palavras, o que nos aquece não é a quantidade nem tampouco “o que” ingerimos, o que nos aquece é, sim, o processo de digestão.

O gasto energético necessário no inverno rigoroso para a manutenção da temperatura do corpo é algo por volta de 10% do consumo diário de calorias recomendadas.
Calculando:

Para uma dieta média de 2000 Kcal, esses 10% representam pouco mais que uma pequena barra de chocolate de 30 gramas.

Consumindo além disso estaremos acumulando “gordurinhas”.

Diante disso, devemos resistir à tentação dos alimentos ricos em gordura, como chocolates e queijos, por exemplo.
Se sucumbirmos aos queijos, vinhos e chocolates, que sejamos moderados!

É preciso contar com cardápios como sopas e massas integrais.

Com as massas prefira molhos mais leves, como de tomates em lugar de quatro-queijos.

A sopa não precisa ser acompanhada dos pãezinhos, pode ser de caldos de verduras.

Não esquecer a ingestão de saladas. Elas podem ser saladas de legumes QUENTES.

As frutas também podem ser cozidas (não esquecer de reaproveitar essa água para outra preparação).

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Muito importante: manter a ingestão de líquidos.

Claro que a vontade de beber água não é a mesma do verão, mas podemos optar pela ingestão de chás, aproveitando para aquecer o corpo (sem bolachas…). Se puder optar, escolha chás de frutas e ervas secas, como laranja, maçã ou maracujá!

Evite chá preto, que contém mais cafeína do que os demais!

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Ao beber um chocolate quente, tente substituir os achocolatados tradicionais por chocolate meio amargo.

Doenças do Inverno!

Esta estação do ano favorece o aparecimento de gripes, resfriados e doenças respiratórias.

Daí novamente a importância de uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e minerais.  Esta atitude aumenta a imunidade, principalmente de nossas crianças.

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O ideal é o oferecimento de uma diversidade de legumes e frutas, preferindo sempre as da estação: laranjas, bergamotas, maracujá…

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CONVIDE SEUS AMIGOS PARA UMA REFEIÇÃO!

Mas claro, para os apreciadores de uma boa cozinha, a chegada do frio lembra pratos como feijoada, “fondue”, macarronadas e iguarias típicas de festas juninas.

Quem resiste a um quentão? E… por aí vai!

Aproveite a estação para consumi-los com moderação, reunindo amigos e familiares.

Tente, quem sabe, substituir um ou dois ingredientes mais calóricos por outros com menor índice de gordura ou açúcar.

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LEMBRETES FINAIS :

1)    Não descuide dos exercícios físicos!

2)    BOAS FÉRIAS! APROVEITE PARA ESTAR JUNTO DAS PESSOAS DE QUE VOCÊ GOSTA!

3)    Como no inverno queimamos mais calorias, COM DISCIPLINA é mais fácil perder peso do que no nas outras estações!


Você sabe o que a rotulagem dos alimentos quer nos dizer?

Os rótulos são elementos de comunicação entre os produtos e consumidores!
Daí a importância das informações serem claras.

O objetivo da escolha deste tema é estimular a todos que leiam e entendam as informações veiculadas nos rótulos dos alimentos.

Sabemos que a rotulagem é obrigatória, porém por vezes complexa.

Vejamos resumidamente o conteúdo do manual de orientação aos consumidores, divulgado pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Informações obrigatórias que devem constar nos rótulos:

-Lista de Ingredientes: Ingredientes que compões o produto em ordem decrescente de quantidade.
-Origem: Quem é o fabricante e onde é fabricado.
-Prazo de validade: dia, mês e ano ou mês e ano. (depende do produto e da sua validade)
-Conteúdo líquido: Quantidade total de produto contido na embalagem.
-Lote: É o número que faz parte do controle na produção. Caso haja algum problema o produto pode ser recolhido ou analisad9o pelo lote ao qual pertence.
-Informação Nutricional: É a própria tabela nutricional da qual falaremos a seguir.

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL OBRIGATÓRIA (clique na imagem para ampliar)

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Porção: É a quantidade média do alimento que deve ser usualmente consumida cada vez que o alimento é consumido.

Medida Caseira: Indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para media alimentos (ex. fatias, unidades, pote, xícara…)

% VD: É um número em percentual que indica o quanto o produto em questão apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta de 2000 calorias.

Cada Nutriente apresenta um valor diferente para se calcular o VD (VALOR DIÁRIO).
São eles:

Carboidratos: 300g
Proteínas: 75g
Gorduras Totais: 55g
Gorduras Saturadas: 22g
Fibra Alimentar: 25g
Sódio: 2400mg
Obs.: Não há valor diário para as gorduras trans. O recomendável é não ingerir mais que 2g ao dia.

IMPORTANTE:
Não é necessário ficar somando as quantidades de cada nutriente para saber se atingiu ou não as recomendações diárias.
O importante é escolher alimentos mais saudáveis a partir da comparação de alimentos similares, como, por exemplo, escolher o iogurte, queijo, pão mais adequado para a saúde da família.

Para ter uma alimentação mais saudável dê preferência a:
1) Produtos com baixo %VD para gorduras saturadas, gorduras trans e sódio.
2) Produtos com alto %VD para as fibras alimentares.

O que significam os itens da tabela nutricional?

Valor energético: É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais.
Carboidratos: Componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer energia, principalmente ao cérebro. (encontrados em massas, arroz, açúcar, mel, farinhas, pães, batatas, mandioca… além de doces em geral.
Proteínas: Componentes necessários a construção e manutenção de nossos órgãos, tecidos e células. Encontrados principalmente nas carnes, ovos, leites, feijão, soja e ervilha.
Gorduras totais: Principais fontes de energia do corpo. Ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K.
Gorduras Saturadas: Gordura presente em produtos de origem animal. Seu consumo deve ser moderado, pois é prejudicial ao coração. Encontrada em carnes, toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga, requeijão e iogurte.
Gorduras trans: Encontrada em grandes quantidades em produtos industrializados como margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos… Seu consumo deve ser muito reduzido.
Fibra alimentar: Presente em diversos tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. Auxiliam no funcionamento dos intestinos.
Sódio: Presente no sal de cozinha e alimentos industrializados. Consumir com moderação.

Para quem quer se aprofundar no tema: www.anvisa.gov.br


Desperdício de Alimentos

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Evitar o desperdício é bom para a sociedade, para o planeta e PARA O NOSSO BOLSO.
Em casa, o que podemos fazer?
Para evitar o desperdício de alimentos o segredo é PLANEJAMENTO.

Temos condições de planejar o cardápio da família para períodos semanais, mensais ou quinzenais.

Quando planejamos, não devemos pensar só no que gostamos de comer. Essa é a hora de BALANCEAR nossa alimentação. Com planejamento compraremos o que realmente precisamos e nas quantidades adequadas, controlando assim os custos das mercadorias. O que deve pesar em nossa escolha é a qualidade, o preço, a safra e as ofertas.

$$$ Esta atitude diminui a possibilidade da compra por impulso, resultando em economia financeira, pois a publicidade é muito forte no setor de alimentação. $$$

Provavelmente não jogaremos fora alimentos não consumidos.
Por vezes, em casa, deixamos que alimentos se  estraguem ou percam seu prazo de validade devido a um dos  seguintes motivos:
Compras acima da quantidade necessária para uma alimentação balanceada;

Compras acima da quantidade de pessoas que  realizarão as refeições em casa.

Quando compramos produtos que não estão em condições ideais para o consumo, tais como:
Mercadorias que são embaladas com plásticos não podem ter nenhum furo ou buracos em  suas embalagens. Estes furos podem ser sinal de roedores ou insetos no local de estocagem.
Evitar embalagens com umidade em seu interior. Provavelmente conterão microorganismos vivos ou insetos. Esta umidade do alimento pode ocorrer mesmo este estando dentro do prazo de validade, se este não for armazenado de forma adequada.

Exemplos: embalagens ficarem encostadas em paredes ou em contato direto com o piso, passando assim a umidade destes para o alimento.
Mercadorias enlatadas não podem estar enferrujadas, tampouco amassadas.

Isso pode significar que a lata perdeu a sua proteção, permitindo a entrada de ar e, consequente, a aceleração na deterioração do alimento.

Observar SEMPRE as datas de validade!!!

Ficar atento às condições de armazenagem dos alimentos, por exemplo, atentar se o local está com os equipamentos de refrigeração funcionando corretamente.
Logo, precisamos ser muito criteriosos quanto à qualidade dos nossos fornecedores.

Destes depende muito de que forma os produtos que iremos adquirir foram transportados e armazenados.

Lembre que até o consumo desses alimentos, provavelmente, ainda os estocaremos em nossas casas.

Mas lembre-se que, apesar dos tempos de crise, não temos problemas de desabastecimento, não estamos em guerra nem em épocas de inflação elevada, por isso não precisamos ESTOCAR ALIMENTOS.
Minha dica é:
PLANEJAR . Calcular os “per capitas” que cada um da família consome.
Confira as quantidades indicadas:
Carnes sem osso:  80 a 150 gramas por pessoa por refeição.
Carne com osso: 220 a 300 gramas por pessoa por refeição.
Uma fatia de frios (entre 15 a 20 gramas).

Como podemos planejar nossas compras? Confira:

Estocáveis (arroz, feijão, farinhas, enlatados…) podem ser adquiridos semanal-, quinzenal- ou mensalmente.
Perecíveis (pães, carnes, frios, iogurtes…), semanalmente.
Hortifrutigranjeiros (frutas, verduras e legumes) diaria- ou semanalmente.

Atenção para os folhosos que são altamente perecíveis. (alfaces, rúcula, radite ..)
Recomendamos adquirir poucas quantidades, ou seja, um molho de cada vez.

Muita calma nesta hora. Não compremos por impulso.
Por vezes, vemos, na fruteira,várias frutas e verduras bonitas e caímos na tentação de comprá-las todas de uma única vez.  Normalmente não conseguimos consumi-las antes de se deteriorarem.
Por isso, organize-se, visite a fruteira mais seguido.

Existem mercados e fruteiras próximas e de fácil acesso.

Certamente deixaremos de jogar fora tantos alimentos na nossa casa.
Não se esqueça de que podemos aproveitar INTEGRALMENTE alguns  alimentos usando as cascas, os talos e as folhas das frutas, verduras e legumes com deliciosas preparações acrescidas com mais vitaminas, minerais e proteínas.
RESUMINDO :
Ao planejar o cardápio, automaticamente fazemos os cálculos das quantidades;
Escolhemos com critérios os fornecedores e os armazenamos adequadamente em casa;  aproveitamos  integralmente  os alimentos .

Gastaremos menos dinheiro e, de quebra, ajudaremos o planeta com menos lixo.
Estaremos colaborando até para minimizar o aquecimento global. (Será necessária a produção de menor quantidade de alimentos)

Dica Final: NUNCA VÁ AO SUPERMERCADO COM FOME!!!!!


Programa 5 cores ao dia

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Estudos recentes realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a população brasileira acompanha as tendências internacionais, ou seja, houve um aumento expressivo do consumo de alimentos industrializados, com destaque para refrigerantes, biscoitos, refeições prontas, embutidos, gorduras saturadas, gorduras hidrogenadas e sal.

Estes estudos revelaram também que o consumo médio de alimentos ricos em nutrientes (frutas, verduras e legumes) é muito inferior ao mínimo necessário para a proteção da saúde. Atualmente estamos consumindo muito mais alimentos com maior densidade energética (quantidade de calorias por alimento) e consumindo mais alimentos pobres em vitaminas, minerais e fibras. Associado a este hábito alimentar, ainda pioramos com os baixos índices em prática de atividade física, igualmente demonstrado na pesquisa.

Resumindo, a pesquisa mostrou que o excesso de peso e a obesidade atingiram, respectivamente, 40,6% e 11,1% da população brasileira. Na média, 15% da nossa população jovem é obesa.

Atenta à situação, a OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou como iniciativa: “Estratégia Global de Alimentação, Atividade Física e Saúde”, que foi aprovada por 192 países, incluindo o Brasil, na Assembléia Mundial de Saúde realizada em maio de 2004. O objetivo principal  desta estratégia é MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA. Adotando assim o “Programa 5 cores ao dia” , implantado nos Estados Unidos em 1991 .

Desde aquela época os Estados Unidos começaram uma batalha contra a obesidade e as doenças degenerativas em sua população. Além desse programa foram criadas leis regulamentando a venda de alimentos saudáveis e proibindo a venda de alimentos ricos em gorduras trans e ricos em açúcar, primeiro em colégios e depois em restaurantes de cadeias de fast food. Também adotaram o programa “vigilante do peso”, visando reeducar a população em relação às quantidades ingeridas(porções). Na verdade, o governo americano percebeu que estava gastando muito mais no tratamento das doenças degenerativas vindas da obesidade e que valeria a pena investir na prevenção.

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Tem a finalidade de incentivar o aumento do consumo  de frutas, legumes e verduras.
O consumo desses nutrientes ajuda na redução do consumo de alimentos ricos em gorduras e açúcar, fornecendo vitaminas, minerais e fibras necessárias para o pleno funcionamento do organismo e contribui para o controle de peso.

Estudos afirmam que o risco de doenças degenerativas diminui com o consumo de pelo menos 5 porções de frutas, verduras e legumes.  (+ ou - 400g /dia).

Preferencialmente as 5 porções devem estar divididas em :

3 porções de legumes e verduras
2 porções de frutas.

*Recomenda-se realizar 4 a 6 refeições/dia
(café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, ceia)

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Os alimentos amarelos e os laranjas, assim como os vermelhos, são ricos em beta-carotenos (pró-vitamina A), vitamina C, potássio e ácido fólico, antioxidante, fundamental para a proteção das células. Mantêm a saúde do coração, da visão e do sistema imunológico, combatem desde câncer até resfriado.
Estes alimentos ajudam a ter uma boa visão, cicatrização e mantêm a pele jovem.

Exemplos: abacaxi, abóbora, caqui, cenoura , manga, mamão, laranja.

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Branco – regula o intestino
Possui  vitaminas do complexo B e os flavonóides, estes atuam na proteção das células. Auxiliam na produção de energia, no funcionamento do sistema nervoso e inibem o aparecimento de coágulos na circulação. Evitam a prisão de ventre e inibem a formação de tumores no intestino.

Exemplos: aipo, alho, alho-poró, aspargos, banana, cebola, cogumelo, couve – flor , nabo, pêra.

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Vermelho – desintoxicante
A cor vermelha é causada por um pigmento chamado licopeno.
É considerado um antioxidante natural que protege o organismo de substâncias químicas agressivas às células. Excelentes fontes de vitamina A, bons para o coração e a memória, fortalecem olhos e pele. O licopeno ajuda na prevenção do câncer de próstata.

Exemplos: maçã, melancia, pimentão vermelho, pimenta vermelha, goiaba vermelha, romã, tomate, rabanete.

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Verde – faz a limpeza
O grupo dos alimentos verdes traz a maioria dos benefícios dos outros alimentos, além de conter a maior taxa de clorofila. É ela que impede a absorção pelo intestino das substâncias químicas dos elementos. Este pigmento é responsável pela limpeza natural do organismo, “Varrem” as toxinas e auxiliam no emagrecimento, são ricos em cálcio, fósforo e ferro. Promovem o crescimento e ajudam na coagulação do sangue, evitam a fadiga mental, auxiliam na produção de coágulos vermelhos no sangue, além de fortalecer ossos e dentes.

Exemplos: Abacate, alface, brócolis, couve, chuchu, ervilhas, kiwi, pepino, uva verde, vagem.

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Roxo/Azul – cuidam do coração
Contém niacina, que é um pigmento fundamental ao organismo porque tem a capacidade de melhorar a circulação, em consequência, protegendo o coração, complexo B, potássio e vitamina C. São bons para a pele, nervos, rins, aparelho digestivo e retardam o envelhecimento. Grande parte desse grupo de alimentos  possui poderoso antioxidante que previne doenças cardíacas.

Exemplos: alcachofra, alface roxa, ameixa preta, azeitona preta, berinjela, beterraba, repolho roxo.

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•    As frutas podem ser usadas nos lanches e sobremesa;

•    As verduras e legumes podem substituir, no almoço e no jantar, PARTE dos alimentos de alta densidade energética, consequentemente, contribui para a redução das calorias consumidas;

•    Alimentos como a batatas, aipim, inhame, bata doce , … são ricos em carboidratos,
(açúcares) ou seja, apresentam maior densidade energética do que os legumes em geral, por isso não devem ser incluídos na contagem das porções;

•    Dê preferência para produtos da estação, são mais baratos, saborosos e mais ricos em nutrientes;

•    Experimente alimentos novos;

•    As frutas podem ser usadas nas saladas;

•    As verduras e os legumes podem ser preparados no arroz (brócolis, cenoura), na massa(Yaksoba), na farofa (couve, cenoura);

•    Varie os cortes dos legumes, das frutas e verduras;

•    Coma frutas com casca;

•    Deixe as frutas já higienizadas e em locais fáceis de serem alcançadas.
SE  INGERIRMOS  DURANTE TODO O DIA PELO MENOS  uma COR DE CADA ALIMENTO TOTALIZANDO 400g  DE FIBRA, TEREMOS ATINGIDO A INGESTÃO DE VITAMINAS, MINERAIS E FIBRAS NECESSÁRIAS  PARA UMA BOA SAÚDE.

Indicação de site:

www.5aodia.com.br
www.sauderio.gov.br


SAL, um dos vícios refinados

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Assim  como o açúcar refinado, o SAL REFINADO é um grande perigo para a nossa saúde.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera o açúcar, a gordura trans e o sal como substâncias que precisam ser reduzidas na alimentação.

Na verdade, o EXAGERO é que o problema.
E o que podemos considerar EXAGERO?

A recomendação da OMS é de 4 a 6 gramas de sal  por dia, mas acredite, a média do nosso consumo é de 12 gramas ao dia, ou seja, o dobro. A situação é ainda pior quando analisamos justamente os hipertensos: ao invés de consumirem menos sal, eles consomem, em média: Homens - 17,6 gramas, e as mulheres, 13,7 gramas.Conforme pesquisa da Unicamp(Universidade de Campinas – SP), em parceria com a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O problema do sal é que ele contém SÓDIO (Na),  um mineral que devemos controlar bem de perto, com bastante atenção e, para muitos, com DISCIPLINA.

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Os alimentos, naturalmente, já possuem sódio, por isso o ideal é não “mascararmos” o sabor natural destes com o sal e sim utilizá-lo com a intenção de aprimorar o sabor natural dos mesmos.

Devemos lembrar que os alimentos industrializados já são muito ricos em sódio, tais como: enlatados, temperos prontos, embutidos e conservas, qualquer tipo de sal (uns com maior concentração do que outros).

 

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Exemplos de alimentos ricos em sódio: tabletes e temperos prontos, queijo ralado, adoçantes (lembra a questão do “light” e ”diet”), azeitonas em conserva etc…

EXCESSO do consumo de sódio gera consequências tais como:

•    Pressão arterial:  O sódio em excesso faz com que retenhamos água, ocasionando inchaço, consequentemente, esta passa a ter mais dificuldade para ser  eliminada, podendo ocasionar também  cálculos renais e infecções urinárias.
•    Recém descoberta: a relação com a asma.  O excesso de sódio favorece os broncoespasmos, ou seja, é o que ocorre quando as pessoas apresentam dificuldade em respirar. Os brônquios vivem em uma situação de “aperto”. Vem daí o chiado no peito. Conter o consumo do sal garante uma proteção 25% maior a estes órgãos, segundo um estudo publicado no periódico inglês “International Journal of Clinical Practice”.
•    Obesidade: Quem abusa das preparações salgadas tende a comer mais, consequentemente bebe mais bebidas doces ou alcoólicas durante as refeições, ingere mais sobremesas buscando compensar a grande quantidade de sal ingerida, levando a um aumento na ingestão de calorias. Geralmente, quem  é obeso é hipertenso, logo, retém  líquidos no organismo.
•    Coração: Quando há muito sódio na circulação sanguínea, a passagem do sangue fica  dificultada, havendo uma sobrecarga do músculo cardíaco.
•    Estômago: O sódio colabora para as atividades da bactéria que tem ligação com a úlcera e a gastrite. O seu excesso modifica a estrutura genética destes microorganismos, tornando-os mais potentes. Pode também ser responsável pelo câncer estomacal. Conforme cientistas da Universidade de Ciências da Saúde de Bethesda, em Maryland, nos Estados Unidos.

Qualquer mudança de hábitos para o ser humano é complicada. Daí a dificuldade em diminuir o seu  consumo  no início.

Logo, o ideal é uma redução gradual, até adaptarmos nosso paladar.
Geralmente se leva três meses para as papilas gustativas se ajustam à menor quantidade de sódio ingerida.

Nós, que temos crianças, podemos facilitar as coisas, ou seja, não acostumarmos o paladar delas ao SAL. Assim as pouparemos do processo referente à  REEDUCAÇÃO ALIMENTAR.

Vamos a aproveitar a oportunidade por serem crianças, (até 8 anos as crianças “comem  por repetição, ou seja,  para imitar o amigo, o grupo, OS PAIS, OS FAMILIARES, A PROFESSORA ) e isso significa a educação alimentar, é a construção de hábitos saudáveis.

OPÇÕES DE SUBSTITUIÇÕES:

Alho e cebola “in natura”, (nem pensar nos potes de tempero prontos – conservante tem sódio), limão e ervas.

NOVAMENTE  PROVOCAREI VOCÊS PARA A AÇÃO : CRIEM , INVENTEM, PLANTEM SEU CANTEIRO DE ERVAS E TEMPEROS.

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Ele tem o teor de sódio reduzido, mas não significa que podemos usá-lo livremente. Estudos da Unifesp provam que quem utiliza o sal light acaba usando o dobro da quantidade recomendada, pois o sabor é mais discreto e a  tendência é adequar o sabor deste sal com o exagero.

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1 – O sal sempre valeu muito na antiguidade, o termo salário vem do SAL.

2 – Além de sódio, o sal também tem outros minerais, tais como o IODO, importante mineral responsável por combater o bócio endêmico (uma disfunção da tireóide, que leva a um aumento anormal da glândula).
O iodo é um mineral que é indispensável para a produção dos hormônios tireoidianos, e na gestação é fundamental para o desenvolvimento do bebê.

No ano de 1950 uma regulamentação sem força de lei sugeria que o sal de cozinha consumido no Brasil fosse enriquecido com iodo.

Durante alguns anos  essa suplementação foi exagerada, aumentando muito os números de casos de tireoidite
Hoje temos nova regulamentação em vigor, que estabelece valores dentro do limites.

Dica de Leitura  http://www.scribd.com/doc/8250049/E-Tudo-Sal-Alimentacao-Cloreto-de-sodio-Nutricao-Metabolismo-Saude

Fonte: Revista Saúde Edição número 287


Vamos falar das GORDURAS TRANS

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Também conhecidas como “GORDURA HIDROGENADA OU GORDURA VEGETAL”.
É importante que na hora da escolha dos nossos alimentos tenhamos o cuidado de observar na sua embalagem os INGREDIENTES.
É nesta informação que descobrimos TODOS os insumos utilizados em sua composição.
Caso, estiver mencionado, dentre estes ingredientes, gordura vegetal ou gordura hidrogenada, significa que esta preparação tem gordura TRANS.

Mas ATENÇÃO:
Por vezes, as embalagens divulgam: ZERO % gordura trans.
Essa informação significa que é referente apenas à porção caseira informada na INFORMAÇÃO NUTRICIONAL ou ROTULAGEM do produto.
Em outras palavras, cada produto tem sua porção caseira padronizada através da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Isso quer dizer que, se você comer mais do que aquela quantidade indicada na porção caseira, você  estará ingerindo a gordura trans.
Ela é “ZERO” apenas porque não se consegue quantificá-la percentualmente em porções pequenas, ou também pode ser mencionado o VD (quantidade não estabelecida), pois, pensando bem, realmente não existe quantidade mínima estabelecida para ingestão de gordura trans, logo, o fabricante pode se utilizar destes termos confundindo os consumidores menos informados.

Exemplo 1:
Bolachas recheadas, em geral, são adquiridas em embalagens de 160g. Em muitas delas  está mencionado 0% de gordura trans.
Nesse caso, será ZERO apenas se comermos a quantidade indicada, que são três bolachas.
Quem come somente três bolachas quando abre  o pacote? Qual a freqüência com que se come bolacha recheada, mesmo sendo de três em três?

Exemplo 2:
Pipocas de “micro-ondas” contêm 2% de gordura trans e 120 Kcal.
Em contrapartida, as pipocas de ”panela” são livres de gorduras trans e têm  entre 96 e 105 kcal, (depende da quantidade de óleo utilizado na preparação). Lembro que a pipoca estoura por causa do calor e não em função do óleo, logo, é só não parar de mexê-la na panela.
Além disso, o aroma é muito mais agradável do que o das pipocas de micro-ondas.
Mas como sugestão, já existe no mercado pipoca de micro-ondas que não utiliza a gordura vegetal e sim óleo de palma.* É a pipoca “Hikari”.

Exemplo 3:
As barras de cereais também possuem gordura hidrogenada ou vegetal na sua formulação.
Também já existem no mercado barras de cereais sem gordura trans.
Um porém: elas são bem mais caras, mas…..a marca é DOLGENER (sua embalagem é transparente).

Exemplo 4:
Bisnaguinhas Nutrella: Utilizam gordura vegetal e normalmente são mais baratas.
Bisnaguinhas Seven Boys: Utilizam óleo de palma e é mais cara.

Logo, volto a reforçar a importância de observar os rótulos, assim como ensinar os nossos filhos a fazê-lo.  O exemplo anterior da “bisnaguinha” foi observado por minha filha de 11 anos.
Em quase todos os produtos industrializados vamos encontrar as gorduras vegetais ou hidrogenadas.
A principal função delas é manter por mais tempo os alimentos na prateleira, (prazo de validade), ou ainda deixá-los mais cremosos ou crocantes.

* Falamos na gordura de palma, o que vem a ser gordura de palma?
A gordura ou óleo de palma é livre de ácidos graxos trans. É extraída da polpa do fruto da palmeira.
O refino deste óleo é de forma natural e apenas com produtos naturais.
Isso o diferencia dos processos convencionais de refino químico que usam soda cáustica para neutralização dos ácidos graxos livres.
Logo, por não ter sido submetido a processos de hidrogenação artificial é livre de ácidos graxos trans.


Falando em Economia e Alimentação Saudável

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Falamos sempre que é importante incluirmos na nossa alimentação frutas, verduras e legumes, porém, muitas das vezes nos esquecemos de lembrar que podemos aproveitar INTEGRALMENTE esses alimentos.

Justamente nas cascas, talos, ramos e nas sementes, que normalmente descartamos, encontram-se muitos nutrientes, muitas vezes em maior quantidade do que na própria polpa da fruta ou legume.

Em 2005, o Instituo AKATU, de São Paulo, realizou uma pesquisa na qual  mostra que apenas 15% dos 1.200 entrevistados aproveitam integralmente os alimentos.

Como curiosidade, constatamos que o hábito de aproveitamento integral dos alimentos é uma característica dos povos que passaram por longos períodos de guerra, seguido de racionamentos e carestia, o que não é o nosso caso aqui no Brasil.

Logo, a dica é:
Crie, pesquise , pergunte, teste receitas que utilizam as cascas, os talos, as sementes e os ramos.

Não tenha PRECONCEITO. Todas as receitas que tive a oportunidade de testar ficaram ótimas, e geralmente muito simples de preparar.

Exemplos: Folhas de beterraba e couve flor  refogados com cebola, bolinhos, “suflês” e sopas.

Existem vários “sites” na internet com receitas variadas.

Entretanto, cabe lembrar que estas partes dos alimentos são mais propensas a conterem alguma carga microbiana proveniente do solo, da água, ou até mesmo da armazenagem e do transporte.  Por isso, atenção na sua higienização. É preciso lavá-las muito bem em água corrente, colocando-as a seguir de molho em solução de hipoclorito de sódio(água sanitária), na seguinte proporção :

Uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água. Simples!!!!!

Espere 15 minutos e enxágue em água corrente de boa procedência.

OBSERVE AS TABELAS

033(clique para ampliar)

Fonte: Jornal UNESP – nº 213 Ano XX

Alimentos Vitamina C Fósforo Cálcio Fibra Ferro Proteína Potássio
Folha da Couve Flor 4 X mais que a póla da laranja            
Casca do Mamão Em 100g  tem 52mg. A dose diária recomendada é de 45mg            
Casca da Laranja   Em 100 gm tem 107mg, já na polpa tem 18mg Rico Rico      
Folha do Salsão     Rico       Rico
Folha e Talo da Salsinha   Rico          
Ramo da Cenoura     Rico   Em 100g tem 25mg de ferro Quant. Suficiente para suplementação diária   Rica
Casca de Limão (comabte as bactérias e vírus bom func. Das defesas do organismo)       Rico Em 100g tem 25mg de ferro Quant. Suficiente para suplementação diária Rica Rica
Casca da Banana             Possui o dobro da polpa fruta
Ramo da Cenoura   Rico         Rico

Recomendação de sites :
www.bancodealimentos.org.br
www.akatu.org.br


Afinal você sabe a diferença entre “Diet”, “Ligth” ou “Zero”?

A regulação da utilização destes termos é feita pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, tendo sido padronizada no ano de 1998, referenciada ao CODEX Alimentarius, (Fórum internacional de normatização de alimentos composto por 166 países).
Tal regulamentação visou padronizar as informações disponíveis nos rótulos dos alimentos.

Pois bem, o termo DIET ficou regrado da seguinte forma:

Sua divulgação nas rotulagens não é obrigatória, todavia o termo “diet” somente pode ser utilizado se puder ser consumido por pessoas com doenças específicas como diabetes, obesidade e hipertensão. Estas três possuem restrições ao consumo de alguns nutrientes, tais como carboidratos, gorduras, proteínas e sódio. Recomendada para quem faz dieta com ingestão controlada de açúcar.

Importante: Nem todos os produtos “Diet” apresentam redução significativa de calorias, ou seja, não devem ser considerados para quem busca simplesmente redução de peso.

Já o termo LIGHT ficou assim:

Também de forma opcional, pode ser utilizado em alimentos produzidos de tal forma que sua composição reduza em, no mínimo, 25% o valor calórico dos açúcares, da gordura saturada, de gorduras totais, colesterol e sódio.
Esta medição é obtida comparando-se o produto “ligth” com produto tradicional similar e de marcas diferentes.

Traduzindo na prática, em alimentos sólidos, no que se refere ao valor calórico, a redução deve ser, no mínimo, de 40 calorias para cada 100g de alimento. Já para os líquidos esse valor deve ser, no mínimo, de 20 calorias para cada 100ml, lembrando que sempre comparados com os outros alimentos “não ligth”.

E os ZERO?

Não apresentam redução de gorduras e sais, apenas a substituição dos açúcares por produtos não calóricos.
Diferem, também, dos alimentos “diet” por reduzirem as quilocalorias utilizando adoçantes no lugar do açúcar.

Cuidados específicos:

Veja o caso do chocolate “DIET”: Apresenta teor calórico bem próximo ao chocolate normal. É indicado para pessoas diabéticas, pois é isento ou restrito em açúcar. Em contrapartida tem maior adição de gordura, o que faz com que o seu valor calórico se aproxime do chocolate normal. O mesmo ocorre com os sorvetes.
Outro exemplo é o dos queijos e requeijões “light”: Visando manter sua consistência, é - lhe adicionado sódio, o que não é recomendado para hipertensos (pressão alta).

Os refrigerantes “Diet” e “Zero” também possuem maior concentração e sódio.
Quem deseja perder peso deve estar atento à tabela nutricional, que obrigatoriamente deve constar no rótulo dos produtos.

Nada adianta inserirmos em nossa dieta alimentos com menos calorias se aumentarmos ou permanecermos com a quantidade ingerida usualmente. Estaríamos compensando a redução. Em bom português: não comamos o dobro com a desculpa de serem “ligth” ou “diet” ou “zero”. Normalmente os produtos destas linhas são mais caros.

Atenção: Em 2004 o Inmetro analisou através do Programa de Análise de Produtos diversos itens com essas especificações e, infelizmente, muitas dessas não estavam dentro das normas. Portanto, além da rotulagem, é importante verificarmos se o produto tem registro no Ministério da Saúde (são números que vêm após a abreviação MS) e da ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária).

Fonte: INMETRO


Para uma Páscoa mais Saudável

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Vem se aproximando a Páscoa, uma festa cristã que tem no OVO a simbologia do nascimento, a vida que retorna.

Quando falamos em Ovo de Páscoa, imediatamente lembramos dos ovos de chocolate, ninhos repletos de guloseimas e, mais uma vez, assim como no Natal, deixamos que o capitalismo, o consumismo nos faça confundir a verdadeira razão da comemoração.

Mas, sabemos que seu consumo nesta época por vezes é inevitável, então vejamos alguns itens importantes que devem ser lembrados.

O chocolate não é vilão SE CONSUMIDO COM MODERAÇÃO: a recomendação média de ingestão é de 30 gramas por dia. (150 cal / 2 a 3 gramas de proteína).

Nos chocolates, encontramos vitaminas (A,B,C,D), sais minerais , substâncias que ativam hormônios que estimulam alguns neurotransmissores e responsáveis pela sensação de bem-estar, combate à depressão e à ansiedade. Contêm também antiinflamatórios, antiplaquetários e ácido oléico, o mesmo que encontramos no azeite de oliva. Estas protegem as artérias, elevam o bom colesterol(HDL) e diminuem o colesterol ruim(LDL).

Prefira chocolates amargos ou meio amargos: Estes são produzidos com cacau puro e sem adição das gorduras do leite e tampouco gorduras saturadas, contêm alto teor de antioxidantes que ajudam a reduzir os riscos das doenças cardiovasculares (a recomendação para este caso é o consumo é de 6,3 g por dia, ou seja, um pedacinho da barra de chocolate grande) .

O consumo excessivo pode inclusive provocar taquicardia leve, visto que este alimento possui uma substância estimulante do grupo da cafeína.

Isso demonstra que para termos benefícios com o chocolate devemos comer em pequenas porções, pois do contrário provocaremos aumento de peso e todas as suas consequências já conhecidas.

Logo, atenção para a qualidade do chocolate, os chocolates mais baratos geralmente são aqueles que possuem mais gordura hidrogenada na sua formulação.

Veja o quadro:

Chocolate ao Leite
30% Cacau 60% açúcar

Chocolate Branco 30% Cacau (possui mais gordura hidrogenada 59,4% açúcar

Chocolate Meio Amargo 50% Cacau 51,4% açúcar
Chocolate Amargo 60% Cacau

Sugestão : Monte o seu ninho ou presenteie com chocolates meio amargos ou amargos, utilize a sua criatividade com presentes de biscoitos decorados ou amendoins açucarados.
DESAFIO : vamos tentar informar nossas crianças que é mais interessante ter saúde do que brindes que vêm nos ovos de páscoa que logo vão ficar jogados no canto do quarto ou da sala ou do carro .
Dica importante: na hora de comprar chocolates verifique os ingredientes e a tabela de informação nutricional visível nos rótulos.
Os ingredientes utilizados na preparação ou fabricação dos chocolates estão presentes, em ordem decrescente de quantidade.
Dê preferência por chocolates com maior teor de cacau e, consequentemente, menos açúcar e, observando a tabela de informação nutricional, prefira os chocolates com menor teor de gorduras saturadas e trans.
Feliz Páscoa!!!





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